quarta-feira, 21 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
Amo-te Por Todas as
Razões e Mais Uma
Por todas as razões e
mais uma. Esta é a resposta que costumo dar-te quando me pergunta por que razão
te amo. Porque nunca existe apenas uma razão para amar alguém. Porque não pode
haver nem há só uma razão para te amar.
Amo-te porque me fascina, porque me liberta, porque fazes sentir-me bem. Porque me surpreendes, porque me sufocas, porque enches a minha alma de mar, o meu espírito de sol e o meu corpo de fadiga. Porque me confundes, porque me enfureces, porque me iluminas e porque me deslumbras.
Amo-te porque quero amar-te e porque tenho necessidade de te amar, porque amar-te é uma aventura. Amo-te porque sim mas também porque não e, quem sabe, porque talvez. E por todas as razões que sei, pelas que não sei, por aquelas que nunca virei a conhecer. Amo porque te conheço e porque me conheço. Por que te adivinho. Estas são todas as razões, mas há mais uma: porque não pode existir outra como tu e nem um eu sem você Beatriz Santana.
Amo-te porque me fascina, porque me liberta, porque fazes sentir-me bem. Porque me surpreendes, porque me sufocas, porque enches a minha alma de mar, o meu espírito de sol e o meu corpo de fadiga. Porque me confundes, porque me enfureces, porque me iluminas e porque me deslumbras.
Amo-te porque quero amar-te e porque tenho necessidade de te amar, porque amar-te é uma aventura. Amo-te porque sim mas também porque não e, quem sabe, porque talvez. E por todas as razões que sei, pelas que não sei, por aquelas que nunca virei a conhecer. Amo porque te conheço e porque me conheço. Por que te adivinho. Estas são todas as razões, mas há mais uma: porque não pode existir outra como tu e nem um eu sem você Beatriz Santana.
domingo, 7 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Pensar com café: Construindoa diferença que queremos ver no mundo...
Pensar com café:
Construindoa diferença que queremos ver no mundo...: Construindo a diferença que queremos ver no mundo. Sempre que começamos a divagar sobre o certo, a falar de bem e mal, eu me...
Construindoa diferença que queremos ver no mundo...: Construindo a diferença que queremos ver no mundo. Sempre que começamos a divagar sobre o certo, a falar de bem e mal, eu me...
Construindo
a diferença que queremos ver no mundo.
Sempre que começamos a divagar sobre o certo,
a falar de bem e mal, eu me sinto distante como se os valores que ensino, dialogo,
discuto e sobre os quais reflito não pudessem nunca se estabelecer como
verdadeiros e práticos na minha própria vida. É estranho isso pra mim, porque
se a noção de certo e errado muda muito de pessoa para pessoa, me pergunto como
estabelecer o que é certo pra todos? Como falar de bem coletivo, se parece que
cada um se importa mesmo é só consigo?
Sabe, já perdi tantas pessoas e tantas coisas
por me preocupar demais em fazer o que é certo, que hoje não me pergunto tanto
sobre os outros, suas verdades absolutas e suas opiniões que muitas vezes em
nada me ajudaram. Tentei criar uma distancia entre eu e mundo, e agora percebo
que se eu queria me proteger eu errei o que fiz foi me esconder, fugir do que
deveria ser. Estabelecia à ética e a moral num campo flexível para que não me saltassem
aos olhos os erros que cometia, e nem as incoerências que minha mente dilucida
jamais se aperceberia.
Mas a vida acontece do jeito ela quer, não
avisa e nem pede licença, e não por outro acaso ela nos traz com o tempo a
sabedoria, com a experiência o aprendizado, com o sofrimento a resiliência. E
percebemos que o bem se parece muito com um fruto, do qual se não plantarmos,
respectivamente não colheremos. Que para estabelecer o que é bem e o certo para
todos devemos nos fundamentar e partir de igualdade e dignidade, visando à
construção de um humano melhor, de um “eu” melhor por todos. Percebendo que somos
e fazemos parte de um todo muito maior, e que podemos e devemos nos fazer cada
dia melhor, buscando o melhor que podemos ser a partir de agora. Construindo a
diferença que queremos ver no mundo.
Por: Denilson Filho.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Quem não Ama a Solidão,
não Ama a Liberdade
Nenhum caminho é mais errado para a
felicidade do que a vida no grande mundo, às fartas e em festanças (high Life),
pois, quando tentamos transformar a nossa miserável existência numa sucessão de
alegrias, gozos e prazeres não conseguiram evitar a desilusão; muito menos o
seu acompanhamento obrigatório, que são as mentiras recíprocas.
Assim como o nosso corpo está envolto em vestes, o nosso espírito está revestido de mentiras. Os nossos dizeres, as nossas ações, todo o nosso ser é mentiroso, e só por meio desse invólucro pode-se, por vezes, adivinhar a nossa verdadeira mentalidade, assim como pelas vestes se adivinha a figura do corpo.
Antes de tudo, toda a sociedade exige necessariamente uma acomodação mútua e uma temperatura; por conseguinte, quanto mais numerosa, tanto mais enfadonha será. Cada um só pode ser ele mesmo, inteiramente, apenas pelo tempo em que estiver sozinho. Quem, portanto, não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre.
Assim como o nosso corpo está envolto em vestes, o nosso espírito está revestido de mentiras. Os nossos dizeres, as nossas ações, todo o nosso ser é mentiroso, e só por meio desse invólucro pode-se, por vezes, adivinhar a nossa verdadeira mentalidade, assim como pelas vestes se adivinha a figura do corpo.
Antes de tudo, toda a sociedade exige necessariamente uma acomodação mútua e uma temperatura; por conseguinte, quanto mais numerosa, tanto mais enfadonha será. Cada um só pode ser ele mesmo, inteiramente, apenas pelo tempo em que estiver sozinho. Quem, portanto, não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre.
A coerção é a companheira inseparável de toda
a sociedade, que ainda exige sacrifícios tão mais difíceis quanto mais
significativos for à própria individualidade. Dessa forma, cada um fugirá,
suportará ou amará a solidão na proporção exata do valor da sua personalidade.
Pois, na solidão, o indivíduo mesquinho sente toda a sua mesquinhez, o grande
espírito, toda a sua grandeza; numa palavra: cada um sente o que é.
Ademais, quanto mais elevada for a posição de uma pessoa na escala hierárquica da natureza, tanto mais solitária será, essencial e inevitavelmente. Assim, é um benefício para ela se à solidão física corresponder a intelectual. Caso contrário, a vizinhança frequente de seres heterogéneos causa um efeito incómodo e até mesmo adverso sobre ela, ao roubar-lhe seu «eu» sem nada lhe oferecer em troca. Além disso, enquanto a natureza estabeleceu entre os homens a mais ampla diversidade nos domínios moral e intelectual, a sociedade, não tomando conhecimento disso, iguala todos os seres ou, antes, colocam no lugar da diversidade as diferenças e degraus artificiais de classe e posição, com frequência diametralmente opostos à escala hierárquica da natureza.
Nesse arranjo, aqueles que a natureza situou em baixo encontram-se em óptima situação; os poucos, entretanto, que ela colocou em cima, saem em desvantagem. Como consequência, estes costumam esquivar-se da sociedade, na qual, ao tornar-se numerosa, a vulgaridade domina.
Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'
Ademais, quanto mais elevada for a posição de uma pessoa na escala hierárquica da natureza, tanto mais solitária será, essencial e inevitavelmente. Assim, é um benefício para ela se à solidão física corresponder a intelectual. Caso contrário, a vizinhança frequente de seres heterogéneos causa um efeito incómodo e até mesmo adverso sobre ela, ao roubar-lhe seu «eu» sem nada lhe oferecer em troca. Além disso, enquanto a natureza estabeleceu entre os homens a mais ampla diversidade nos domínios moral e intelectual, a sociedade, não tomando conhecimento disso, iguala todos os seres ou, antes, colocam no lugar da diversidade as diferenças e degraus artificiais de classe e posição, com frequência diametralmente opostos à escala hierárquica da natureza.
Nesse arranjo, aqueles que a natureza situou em baixo encontram-se em óptima situação; os poucos, entretanto, que ela colocou em cima, saem em desvantagem. Como consequência, estes costumam esquivar-se da sociedade, na qual, ao tornar-se numerosa, a vulgaridade domina.
Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'
domingo, 23 de setembro de 2012
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